
A bateria de moto trabalha em condições mais duras que a de carro: fica exposta ao calor, sofre vibração constante e tem capacidade bem menor, o que amplia o efeito de qualquer descarga.
No Rio, o calor é o principal inimigo. Temperaturas altas aceleram reações internas e a evaporação do eletrólito, reduzindo a vida útil em relação ao que o fabricante estima em condições ideais.
Moto parada por semanas é outro fator. Alarmes e módulos consomem energia mesmo com a moto desligada, e uma bateria pequena chega ao ponto crítico rapidamente. Quem usa a moto pouco deveria dar partida com frequência ou manter um carregador de manutenção.
Trabalhamos com Motobatt, Raiom, Lumix e Héliar, cobrindo desde as pequenas cilindradas até as motos de maior porte, com troca imediata na loja ou no local.
Ao trocar, confira a amperagem indicada no manual e evite adaptações improvisadas de terminal. Instalação correta é o que mantém a partida firme por todo o ciclo da bateria.
